INFORMAÇÕES SOBRE O CADASTRO VOCACIONAL


Responsável pelas Vocações do IMSS
Frei Lyon Mendonça da Costa, MsS

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ETAPAS DE FORMAÇÃO

Seguindo as orientações das Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja do Brasil o processo formativo servitano outorga as cinco dimensões constitutivas da formação presbiteral, a saber: humano-afetiva, comunitária, espiritual, intelectual e pastoral-missionária. Elas estão cuidadosamente entrelaçadas em cada uma das etapas formativas. Cada etapa reclama o tempo mínimo para um melhor desenvolvimento dos atributos pertinentes a cada fase. Assim se caracteriza sistematicamente o tempo da “formação inicial ” do IMSS:

O Aspirantado é o tempo do conhecimento. O candidato tem, nesta fase, a oportunidade de conhecer o Instituto e de deixar-se ser conhecido.

Sinceridade, liberdade e paciência são indispensáveis para se alcançar o objetivo específico: conhecer e tornar-se conhecido. É este o primeiro momento de Acolhida Redentora para com o aspirante. O pretendente tem a chance de sentir-se amado, querido, acolhido pela Igreja através do IMSS, para que depois venha amar e servir, como fez o próprio Jesus. Uma experiência de oração mais intensa orientada pelos formadores é proporcionada, por meio da Lectio Divina, das leituras bíblicas, Liturgia das Horas, retiros e demais atividades pertinentes à vida religiosa consagrada.

O tempo do aspirantado servitano, em se tratando de uma comunidade religiosa, congrega jovens de todo o território nacional e do exterior. Dados os escassos recursos financeiros dos candidatos, assim como, os do IMSS, o ingresso no aspirantado é a primeira oportunidade de um contato direto entre a equipe de formação e os jovens. Por isso, este tempo requer um ano de caminhada para fomentar o conhecimento mútuo.

Depois que o candidato conhece o IMSS e é conhecido por ele, é possível dar mais um passo na formação. O Postulando é o tempo da preparação. As lacunas humanas (de ordem psicológica/humano-afetiva) e intelectuais (de ordem acadêmica e cultural) ganham uma preciosa atenção.

Uma boa dose de seriedade é ingrediente indispensável na formação de um Servo do Senhor, durante esta fase. A honestidade perene da parte do candidato é indispensável neste passo do caminho formativo, sem ela tornar-se-á difícil tonar-se servo, discípulo e missionário do Senhor. O desejo dos formadores é o de que os formandos se coloquem como Maria, Mãe e Serva do Senhor, que diante da proposta divina diz: “Faça-se em mim segundo a vossa palavra.” Pressupõe-se que o jovem conheceu o IMSS e foi conhecido na fase anterior, neste sentido, o Postulantado é tempo de trabalho, de redimensionamento, de melhoramento da pessoa. O IMSS continua oferecendo ao candidato condições de se viver as dimensões formativas que determinam os bispos do Brasil: Dimensão Pastoral, Dimensão Comunitária, Dimensão intelectual, Dimensão humano-afetiva. Paralelo ao Postulantado, o candidato já inicia seus estudos FILOSÓFICOS. Capacitação é a mudança na vida do postulante que consegue concluir os estudos filosóficos. O Missionário Servo do Senhor deve ser homem de Deus, com uma acurada capacidade cultural, que o leve a reflexão e compreensão de quem é o homem e das mais distintas correntes de pensamento que o envolve e pauta a vida em sociedade. A cultura servitana deve alcançar, ainda, um fundamento racional sobre Deus.

O estudante encontra no estudo da filosofia a oportunidade de dar razões à própria fé. Um elemento do carisma tange à questão da preferência e do cuidado com os nômades e ciganos. A filosofia abre o candidato ao universo cultural, para que se prepare para melhor servir e encontrar sentido na sua missão.

Na formação inicial de um frade, é a fase principal e decisiva pela opção de vida e carisma da acolhida redentora (estudo das Constituições), no seio da Igreja. Os conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência unem-se intrinsecamente à pessoa, de modo a moldarem o estilo de pensar, celebrar, optar, planejar, enfim, viver.

O Noviciado é concretização do “Por Cristo, Com Cristo e em Cristo.”

O noviço faz uma experiência de viver com, por e em Cristo. Vivendo Nele, poderá subtrair aquilo que o impede de alcançar o ideal. “Tudo posso naquele que me fortalece .” Tempo de oração, de intimidade, oportunidade ímpar na vida do formando. Neste período o jovem beberá da água viva, que saciará sua sede da vida inteira.

“Quem beber da água que eu der nunca mais terá sede. ”

A última etapa da formação inicial servitana é o estudo das coisas divinas propriamente dito. O frade servitano dedica-se ao valoroso e necessário estudo da Sagrada Teologia. Numa atitude de muita piedade, toma por termo a célebre frase atribuída a Santo Tomás de Aquino: Teologia se faz de joelhos. É inviável pensar num frade, homem de Deus consagrado, que almeja o sacerdócio, que não se especialize nas ciências da religião, no estudo rigoroso da Sagrada Teologia, na infinidade sapiencial que é a Sagrada Escritura.

O homem de Deus, que quer mostrar ao mundo o rosto do Cristo Acolhedor, que ama e acolhe, conhece, chama, prepara e envia à missão, precisa especializar-se no que é próprio da sua escolha pessoal de vida.

O povo de Deus merece pastores que tenham relevante cultura teológica, que lhes permita salvaguardar com a Igreja o depósito da fé.

A Formação Permanente ou Contínua consiste em todos os esforços e iniciativas para prolongar a formação por toda a vida. Busca a continuação e o aperfeiçoamento da formação dos Confrades, de modo que se tornem cada vez mais aptos para a vivência e o exercício da missão servitana.

“A formação dos nossos deve prolongar-se e renovar-se por toda a vida” (CC 81). A Formação Permanente possui um significado teológico mais profundo, que ultrapassa a necessidade de acertar o passo com o caminho da história. Constitui um esforço de abertura sincera ao Espírito, em vista de uma contínua conversão. É um ato de amor, um ato de justiça para com o Povo de Deus a quem os Coirmãos devem servir por força de sua vocação.

A Formação Permanente ajuda o Confrade a desenvolver-se e conservar sua fé; ajuda no conhecimento da profunda comunhão que dá unidade ao Povo de Deus; ajuda na maior consciência de sua participação na missão salvífica da Igreja, mantendo sempre vivo o sentido da missão.